terça-feira, dezembro 16, 2008
Benito Cereno
quarta-feira, dezembro 10, 2008
simply havin'
Claro que apenas um Beatle poderia colocar todo o psicadelismo inerente à época, numa canção de natal. A melhor canção de natal. Reza a lenda que, em 1979, a peúga de natal de McCartney estava cheia de LSD.
terça-feira, dezembro 09, 2008
sensibilidade conservadora
Anton Tchekov, A minha mulher, versão Luiz Pacheco, Quasi.
quinta-feira, dezembro 04, 2008
isto é capaz de ser um pouco demais para mim

Esperem aí (que estou a ter uma quebra de tensão e preciso de beber um pouco de néctar de papaia) que há pior. Acabo de perceber que existem mais livros sobre o Harry Potter e as ciências. Estava a pensar dar este a um puto qualquer da minha família: Harry Potter and Philosophy: If Aristotle Ran Hogwarts. Chamo a vossa atenção para este trecho da sinopse que o Amazon oferece:
"Individual chapters look at such topics as life revealed in the Mirror of Erised; the ethics of magic; Moaning Myrtle, Nearly Headless Nick, and the relation of the mind to the brain; and the character of Hermione as a case of "sublimated feminism."
A minha prima de onze anos falou-me uma vez do caso da Hermione enquanto uma 'feminista sublimada', presa numa estrututa semiótica falocêntrica, mas eu disse-lhe que era demasiado cedo para avançar com tais conlusões, até porque ela ainda nem tinha lido Saussure (agora já leu). Ao que parece ela tinha razão. Mas há mais. Para ficarem com um quadro completo - a comensurabilidade de uma abordagem crítica holística ao Harry Potter ainda está em debate - é indispensável que tenham à mão os dois volumes que completam a tetralogia. Falo-vos claro de Critical Perspectives on Harry Potter por Elizabe Heilman e do não menos importante The Psychology of Harry Potter: An Unauthorized Examination of the Boy Who Lived, editado por Neil Mulholland.
Já agora, na esperança de algum editor frequentar esta espelunca que eu alimento, aproveito para informar que estou desempregado e por isso disponível para avançar com a coordenação do importantíssimo e inadiável From Pessoa to Gonçalo M. Tavares: Towards a Potterian Reading of Portuguese Modernist Literature, na condição de a minha prima Maria (a dos onze anos, agora doze) poder contribuir. Preferência será dada às edições Piaget.
quarta-feira, dezembro 03, 2008
proliferar
quinta-feira, novembro 27, 2008
change?
It goes like this: To undo the rise in income inequality since the late ’70s, every household in the top 1 percent of the distribution, which makes $1.7 million on average, would need to write a check for $800,000. This money could then be pooled and used to send out a $10,000 check to every household in the bottom 80 percent of the distribution, those making less than $120,000. Only then would the country be as economically equal as it was three decades ago".
David Leonhardt, "The Return of Larry Summers", New York Times, 25.11.08.
É este o plano de combate à desigualdade que defende o principal conselheiro económico de Barack Obama, Larry Summers. Segundo o próprio, a desigualdade de rendimento entre ricos e pobres é o assunto principal do nosso tempo (na América claro, a nível global é um assunto secundário). Embora tenha as vias nasais totalmente obstruídas, isto tresanda a mudança (se bem que Summers é um personagem com piada, nada ortodoxo mesmo).
quarta-feira, novembro 26, 2008
segunda-feira, novembro 24, 2008
funkmosphere
Embora o vídeo promocional possa enganar - a mim quase me enganou - este club, chamado Funkmosphere, acontece no ano do Senhor de 2008, todas as segunda-feiras, em Culver City, Califórnia. A LA-Weekly considera-o o local com o melhor Boogie Funk. O disc jokey de serviço é o Dam Funk, personagem que descobri esta semana no catálogo da Stones Throw. Para ilustrar o quão cool a festa é basta ver a cara de pura felicidade do Joaquin Phoenix, que não tem quaisquer problemas em: (1) ir lá sem tomar banho há duas semanas; (2) com o irmão do Ben Affleck.

sábado, novembro 22, 2008
the rest of us
Edmund White, "Knut Hamsun", Review of Contemporary Fiction, vol. 16 (Fall, 1996).
sexta-feira, novembro 21, 2008
Just Ain't Gonna Work Out
Não há qualquer respeito. Isto é tão bom que estou com pontadas no diafragma e ainda só ouvi uma vez. Uma única vez. E é (pasmem-se) de 2008. Mayer Hawthorne, senhoras e senhores. Música para bons break-ups.
