segunda-feira, março 22, 2010

jovem lazarescu incentiva a violência de acordo com reconhecido sociólogo - take 1

Este texto de Alberto Gonçalves é das coisas mais lamentáveis que tenho lido. É fraco, mal informado e cretino. Como não há melhor maneira de acabar com os preconceitos e com a ignorância do que através da informação, este espaço vai começar, a partir deste momento, a colocar à disposição da cara leitora uma série de vídeos de canções de hip-hop que não servem como "atitude de confronto face a uma sociedade que é, ou que se imagina, discriminatória", nas palavras de Alberto Gonçalves.

Esta rubrica é capaz de durar, dependendo da evolução da minha garganta arranhada, os próximos dois minutos e meio.

sexta-feira, março 05, 2010

pré-reserva

Como já há uma série de tempo que não nasce nada neste país (no outro dia tive uma hora a olhar para o Pordata e nesse tempo morreram dois portugueses e nasceu um, o que não é positivo) temo que o conceito de pré-reserva não tenha sido invenção nossa. Ainda assim, pelo ranço que todo o processo de pré-reserva emana, das duas uma: ou o inventámos nós ou utilizamo-lo como ninguém.

Não sei o que é uma pré-reserva. Já perdi bastante tempo de telefonemas que supostamente serviriam para marcar um restaurante a falar de pré-reservas. Ainda no outro dia, fiz uma pré-reserva para as 22. Uma pré-reserva para as vinte e duas equivale, segundo a senhora que me atendeu, a absolutamente nada. Eu pré-reservei uma mesa para as 22, mas não tinha nenhuma garantia de ter uma mesa às 22. No fundo, serve para uma pessoa passar imediatamente para a frente da fila de quarenta pessoas sem pré-reserva, não garantindo, contudo, que não tenhamos que esperar até às 22 e 55 por uma mesa. Este restaurante, tão rendido está ao conceito, que já nem aceita reservas. Se calhar só se pode reservar com pré-reserva.